quarta-feira, 23 de julho de 2008

Parabéns

Então não é que este grandioso site fez um ano e eu nem fiz aqui referência?

Pois é, estive aqui a verificar umas coisas, e qual não é o meu espanto quando percebo que no dia 27 de Junho de 2007, nasceu este magnífico estaminé.

Tenho pena e saudades de não escrever aqui tanto como queria, mas confesso que dois motivos me levam a não actualizar isto da maneira que gostaria. Um é claramente a falta de tempo. Casado com dois filhos, e um emprego que me ocupa a maioria do tempo, não é fácil arranjar tempo para dedicar a isto. O outro é a preguiça. Confesso que tenho bastante preguiça para escrever, uma vez que quando tenho algum tempo disponível não o dedico muito aqui.

Este site, neste ano, já teve altos e baixos, piadas boas, e piadas muito más, histórias de partir o coco e histórias que imagino vos tenha dado alguma
vergonha alheia.

A todos os que por aqui passaram neste ultimo ano, o meu muito obrigado, obrigado também pela insistencia, e pelo apoio. Um grande abc a todos, e vou tentar actualizar isto com mais vigor...

Obrigado um abc

Maichel

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Notas ao post anterior

Então não é que o vídeo aqui de baixo está em Espanhol e eu não sabia? Estava a trabalhar, procurei a cena, econtrei e não me preocupei em ouvir!

Eu odeio filmes dobrados, mas fartei-me de procurar agora e não encontro em lado nenhum a cena original, por isso olha fica mesmo assim, numa de ridicularizar o post que está realmente lamechas!

obrigado!

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Que cena do escafandro!

Devido ao pouco tempo que tenho tido, e confesso também à falta de disposição para escrever aqui no estaminé, os últimos posts que tenho aqui posto têm sido sempre vídeos do youtube. Infelizmente hoje vou continuar com a saga.

Desta vez é a cena final do filme "Sleepers" que é brutal e que me faz lembrar os meus jantares de quinta.

Com a quantidade de desistências, de imigrações (Londres, Dubai, Africa, etc), de faltas que tem havido, a cena seguinte tem-me vindo muitas vezes à memoria.





Pessoal, vamos lá a não desistir e a continuar como o grande antigamente, que é tão bom, e faz tão bem ao corpo, à mente e à alma.

Quer dizer, por um lado, ao corpo não faz muito bem, por outro come-se tão bem hoje em dia naqueles jantares graças ao cozinheiro/ banqueiro... é uma maravilha!

Quero agradecer e homenagear os meus jantares de quinta e todos os seus intervenientes.

OBRIGADO!

terça-feira, 25 de março de 2008

O Maquinista


Como é que se acorda dum pesadelo se não se está a dormir?

Esta é a tagline do filme "O Maquinista" com Christian Bale e Jennifer Jason Leigh. O filme é altamente dark e não recomendável à maioria das pessoas. Eu só acabei de ver (e ainda bem que acabei) porque tinha prometido ao melhor gestor de conta do mundo que ia ver, uma vez que foi ele que me arranjou o DVD para poder ver. Também consegui ver, porque a babe tinha que trabalhar, e por isso não podia ver comigo (E se pudesse teríamos visto mais um ou outro episódio do Lost...)

O Filme é alucinado e a coisa que mais confusão faz a quem vê o filme e já conhecia o Christian Bale é a magresa do homem. É impressionante. Verdadeiramente impressionante. De tal maneira que a certa altura existe uma cena onde ele aparece antes de emagrecer, e eu já quase que nem o reconheci...

Aqui fica uma foto exemplificativa, (e não, não é Photoshop, ele emagreceu aproximadamente 30 Kgs...)


Da história não posso contar muito uma vez que o filme é um Thriller, o faz com que se eu contar, vai ser difícil não estragar nada para quem pretende ver o filme. Basicamente conta a história dum homem que não consegue domrmir absolutamente nada já há um ano. A certa altura ele começa a confundir a realidade com ilusão, e começa a duvidar da própria mentalidade e de todos os que o rodeiam.

A história até está engraçada, mas é muito muito pesado e dark. Não é aconcelhável à maioria das pessoas.

Clássico - Audrey Hepburn

Ontem estava eu muito bem a fazer zapping sozinho na sala à noite, quando de repente paro o RTP Memória. Estava a dar um filme antigo com uma miúda gira. Como eu em pequenino vi o My Fair Lady umas boas desenas de vezes com o meu mano, consegui perceber que era a Audrey Hepburn a protagonista. O filme (percebi no fim) chama-se "Two For The Road" em portugues, "Um caminho para dois".




O filme é muito giro. Principalmente para pessoas casadas (sim e não só). E a maneira como está contado, é diferente do que se está habituado. Basicamente o filme conta a história de como é que um casal se conheceu numa viagem. Ao mesmo tempo que a história desta viagem se desenrola, vão passando partes de outras viagens que eles vieram a fazer mais tarde, uma pouco depois de casarem, outra depois de terem a primeira filha, e outra já mais velhos. Mostra as discussões, os ciúmes, o amorrrrrrrre, as cenas romanticas, as marcas históricas que todos os casais têm, etc. E claro, tem sempre aquelas cenas típicas de filmes, onde realmente apetece fazer parte daquele casal, para poder não só fazer o que eles fazem, como ter imaginação para isso.

No fundo, o filme não mostra mais do que a história dum casal normal como todos os outros. A mensagem está muito bem transmitida.

O filme é de 1967, portanto 11 anos antes de eu nascer, o que faz alguma confusão confesso. O filme ter 41 anos, é espantoso. Está muito giro, com graça e actual. Podia perfeitamente ser um filme feito este ano.

Para quem ia passar a noite a fazer zapping idiota, e provavelmente acabar a ver o CSI Miami cheio de cores artificiais, foi uma muito agradável surpresa. Fez-me lembrar o "My fair Lady" outro filme que eu gostei muito e que como já disse quando era pequenino me fartei de ver.

Audrey Hepburn nasceu a 4 de Maio de 1929 e morreu a 20 de Janeiro de 1993.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Sono

Estava no outro dia a pensar que tenho tido muito sono nos últimos tempos. O que me levou a pensar, os sítios onde já adormeci. E há que dizer, que alguns são bastante estranhos! A saber:

Cama (este era óbvio)
Sofá
Chão
Sentado/ deitado no Carro
Sentado na Mota (atrás, não era a conduzir)
Sentado/ deitado no Avião
Sentado no Autocarro
Sentado no Comboio
De pé no comboio
Sentado/ deitado no Barco
Na cadeira antes de entrar para o exame de código
Em pé na missa
Sentado na missa
Em pé no duche
Deitado no banho
Nas aulas
No escritório
Na retrete
Nas escadas à porta de casa (antes que venham as piadas: quando ainda era solteiro)
Sentado no hospital

é de admitir, que adormeço bastante facilmente. A ver se me lembro de mais...

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

As coisas onde eu me meto...

Na sequencia da minha carta para a TAP e para os jornais, eis se não quando me telefonaram para saber se eu estava disposto a ser entrevistado. Para onde? Para o Correio da Manhã pois está claro. E no dia 26 de Dezembro, lá saiu a minha notícia no jornal. O que vale é que como saiu no dia a seguir ao Natal, ninguém saiu à rua para comprar o jornal, muito menos o Correio da Manhã. Mas eu comprei, e queria ter posto aqui, mas com a viagem à Índia, nunca mais me lembrei, até que ontem lá encontrei o jornal por acaso. E vai daí, aqui está a notícia.
Quer dizer, ninguém comprou, é capaz de ser abuso de linguagem, porque as voltas que tive de dar para conseguir comprar este jornal, foram mais que muitas, estava esgotado em todo o lado. Só depois é que a jornalista me disse que este é o jornal mais lido em Portugal, mais do que a Bola, o Record ou o Jogo.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Eu bem dizia...

Toshiba anuncia fim de HD-DVD

A Toshiba anunciou o fim do formato HD-DVD, ao confirmar que vai deixar de fabricar os leitores e gravadores deste formato para filmes de alta definição. Com este anúncio, o Blu-ray deverá assumir em definitivo a liderança do sector.
( 11:32 / 19 de Fevereiro 08 )
A Toshiba confirmou, na terça-feira, o abandono do formato HD-DVD, o que significa que o formato Blu-ray deverá prevalecer como o formato standard para filmes em alta definição.Em comunicado, a Toshiba anunciou que iria deixar de «desenvolver, fabricar e vender leitores e gravadores HD-DVD», uma decisão que justificou pelo facto de terem existido «grandes mudanças no mercado».«Avaliámos o mercado tendo em conta o impacto da continuação da denominada 'guerra dos formatos da nova geração' e concluímos que seria melhor ajudar o mercado a desenvolver-se», afirmou o presidente da Toshiba, num comunicado.Atsutoshi Nishida explicou que, embora esta decisão entristeça a sua empresa e os consumidores, a Toshiba mostrou que está «decidida a utilizar o seu talento, tecnologia e propriedade intelectual para fazer da convergência numérica uma realidade».Esta decisão da Toshiba surge dias depois da Warner Bros ter decidido apoiar o formato Blu-ray, desenvolvido pela Sony e que já era apoiado por outros gigantes do cinema como a 20th Century Fox e a Walt Disney.A guerra entre o HD-DVD e o Blu-ray tinha similaridades como o conflito de formatos entre o VHS e o Beta, que surgiu no princípio dos anos 80 quando surgiram os primeiros gravadores de vídeo.Nessa altura, o triunfo acabou por sorrir ao VHS, desenvolvido inicialmente pela JVC, tendo o sistema Beta, que foi desenvolvido pela Sony, caído praticamente em desuso.

In www.tsf.pt

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

De maneiras que estou na Índia… (parte VI)

...mais precisamente… bom, desta vez menti, não estou na Índia. Saí, fui passar o fim-de-semana a aqui ao lado a Kuala-Lumpur na Malásia. Aqui ao lado é como quem diz… Ainda são 5 horas de voo… é mais ou menos a mesma coisa que estar em Lisboa e ir passar o fim-de-semana a Moscovo. Eu sei, é de loucos, mas não acredito que tenha muitas mais oportunidades de visitar este lado do globo, e como os voos aqui não são nada caros, decidimos aproveitar.

Fomos na Air Malásia, a companhia de bandeira da Malásia, e fomos muito bem servidos. Em económica, mas com ecrãs individuais onde se podia escolher o filme, fazer pause, rewind, e forward, excelente. A escolha é que não era grande coisa. Para lá não vi filme nenhum porque fizemos o voo de noite e não iríamos ter tempo para domir quando chegássemos, saímos à 0.30 e, por causa da diferença horária, chegámos a Kuala-Lumpur eram 8 de manhã. Para cá vi uns filmes pouco interessantes, um que já nem me lembro o nome, mas que é o típico filme de teenagers americano, o outro era com o Jude Law e o Maichel Cane, chamado Sleuth. Este útlimo é engraçado, mas um bocado parado, o filme passa-se todo numa casa, e o Jude Law faz de cabeleireiro que “sacou” a mulher do Maichel Cane. Depois é toda uma série de voltas e reviravoltas com jogos de manipulação de mentes. Nota 6 em 10.



Como já referi, chegámos às 8 da manhã, fomos por as coisas ao hotel e fomos passear pelo centro da cidade. Kuala-Lumpur é uma cidade feita para turistas. Tudo aquilo é feito para vender. Desde o preço baixo dos hotéis de cinco estrelas. Passando pela maior concentração de centros comerciais que alguma vez vi numa cidade. É impressionante. Existem zonas na cidade onde TODOS os edifícios são centros comerciais. Existem centros comerciais enormes dedicados exclusivamente a gadgets. E aqui meus amigos, está a minha grande desilusão da viagem. Os preços dos gadgets eram quase os mesmos que em Portugal, a diferença média rondava os 20 € nos produtos mais caros tipo iTouch e lentes para máquinas fotografias. Ora não tendo a mesma garantia que cá, acho que não se justificava. E lá adiei eu mais uma vez a minha compra dum iPod… Não comprei absolutamente nada nestas lojas.



Outro dos grandes marcos turísticos desta cidade, é o preço da comida. Fomos almoçar a um restaurante que nos tinha sido recomendado chamado YiQi. Quando lá chegámos aquilo parecia um bar do farwest fechado. Tudo aberto, entrava-se à vontade, não tinha portas era tipo um bar de rua, mas ninguém à vista. Desistimos e fomos procurar outro qualquer, quando estávamos a voltar para trás, decidimos ir pelo outro lado, e eis se não quando encontramos o verdadeiro YiQi. Nós tínhamos estado no bar que só está aberto de noite. O almoço foi fenomenal, ficámos numa salinha só para nós, e mandámos vir vários pratos, quase sem ideia nenhuma do que estávamos a pedir.



Os alimentos eram cozinhados pelas empregadas na nossa mesa. Era tudo cozido numa panela de água que estava a ser aquecida em cima da mesa, e havia vários pratos. Claro está que uns eram melhores do que outros. Eu não gostei especialmente do To-fu. Tem uma consistência manhosa, e eu uma vez tinha visto como é que aquilo se faz, na televisão, e amiguinhos, não recomendo a ninguém. Mas de resto, excelente, acompanhado com uma coca-cola cheia de gelo (eu sei que o gelo foi um risco, mas estava tanto calor lá fora e nós estávamos farto de andar, que soube-me muito, muito bem.).

Na altura de pedir a conta, confesso que estava preocupado, mas pensava, é uma vez, e tenho andado a comer tão mal na Índia, não me vou preocupar com isto. Mas quando veio, a conta era a módica quantia de 7 € por pessoa. Espetáculo.

De tarde continuámos a visitar a cidade, e a “fazer compras” que era mais a ver montras do que outra coisa.

À noite fomos jantar a um dos restaurantes rotativos mais altos do mundo, com vista claro está, para as famosas Torres Petronas.

Aqui está a foto do restaurante Kuala-Tower:


Aqui estão as fotos das Torres Petronas, de dia e de noite:






O jantar foi caro e não foi nada de especial. Era buffet, e como a maioria dos buffets, tinham muitas coisas e nada de especial. Também é verdade que estávamos mortos, tínhamos dormido pouco ou nada, e estivemos a andar o dia todo. Por isso fomos para o Crown Pricess Hotel, de cinco estrelas e muito bom e muito barato.

No dia seguinte fomos ver as Torres Petronas de perto, e são realmente espectaculares. Mesmo muito loucas. Fomos almoçar a um Japonês e comemos que nem uns alarves. Comemos mesmo muito, e bem, mesmo bom. Se fosse em Lisboa teria pago mais de 50€, como era em Kuala-Lumpur pagámos mais uma vez 7€. Excelente.

Da parte da tarde eles quiseram ir fazer um site-seeing, mas eu não tive paciência, estava farto de templos indus, por isso decidi ir vaguear por mais centros comerciais. Encontrei um, onde a se a ASAE entrasse era um ver se te avias. Tudo material de contrafacção. Relógios, canetas, tudo. Barate, barate. Comprei uma ou outra coisa para oferecer e pouco mais. Espectáculo, eu ali a deambular sozinho numa terra que não fala a minha língua. Foi giro. No fim tive de regatear com um taxista para me levar às Torres, que era o ponto de encontro, para subirmos à ponte. Paguei 2 €, o tipo estava a pedir 3€. Adoro regatear.

Acabámos a visita com a subida às torres que é “de grátix” e que é um bocado desilusão porque não se sobe até ao fim, ficamo-nos pela ponte.

Foi uma viagem sem grandes aventuras, é um facto, mas a relembrar!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Um belo discurso



Um obrigado ao meu cunhado por me ter mostrado este vídeo

PS - Eu sei que ainda estou em falta com a conclusão da viagem à Índia. Não está esquecida...

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Filmes do fim-de-semana passado

Como já tinha dito, o último fim-de-semana, passeio-o a bezerrar mo hotel. Pouco mais do que dormir, piscina e umas compras aqui na rua de trás do hotel. E deu também para ver um filme e meio.

Parece mentira mas é verdade, eu deixei um filme a meio, não porque não gostei, mas porque é um filme mais giro para se ver com alguém que goste deste tipo de filmes.

O filme que ficou a meio foi o "Hitchhikers Guide to the Galaxy". Este é um filme completamente nonsense, e por isso é que é mais giro para ver acompanhado. Para nos rirmos que nem parvos. Sozinho não tem metade da graça.

O filme é baseado num livro com o mesmo nome, e conta a história de dois terrestres desde momentos antes da terra desaparecer, e os dias seguintes passados com extra-terrestres. Como eu não vi até ao fim, também não vos posso adiantar muito mais, para além de que um dos personagens ser um robot com intelegencia acima da média, mas maniaco-depressivo.



Para ver este filme, montei um escritório porreiro na banheira. Fui buscar um vidro grosso que faz de tampo de mesa do quarto do hotel, e pus a atravessar a banheira. Depois enchi a banheira com água bem quente e espuma, muita espuma. Por isso também estava quase a dormir, o que não ajuda...

O filme que vi inteiro, foi-me sugerido por dois amigos, o PatriQ e o Biologo. E é realmente um grande filme! O filme chama-se "Tropa de Elite" e é um filme brasileiro na onda do "Cidade de Deus". É excelente. O argumento é baseado em factos reais, e está extremamente bem montado. Os actores são todos desconhecidos, o que torna a coisa mais real, apesar de alguns fracos desempenhos que não fazem grande moça.

É MUITO violento, mas mostra bem a realidade que se vive nalguns sítios daquele país. A história é sobre a polícia de choque que tem de entrar nas favelas para resolver os problemas criados entre os locais, e também sobre toda a corrupção que corre na polícia brasileira. Mostra muito bem como é que se passa esta troca de interesses, e como o problema da violencia e da droga nas favelas não deverá estar resolvido tão cedo.

Gostei bastante e recomendo a toda a gente que não seja demasiado susceptível, porque faz alguma confusão.


Como diria o Biologo, CAVEIRA!!!