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terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Já não vinha cá há um tempo, mas este merece!
Grande Medina!!!
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Este tipo é lindo...
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Os melhores sketches dos Monty Python

De maneiras que não escrevo nada de jeito aqui no blog desde mil nove e troca o passo (o que eu gosto destas duas expressões, em primeiro as pessoas que em vez de dizerem mil novecentos e trinta, ou mil oitocentos e trinta, dizem, mil nove e trinta, e mil oito e trinta. Em segundo, a tão afamada expressão troca o passo, que é por si só genial!).
Tenho desta maneira de actualizar algumas coisas que vi durante este tempo. Mas como não tenho muito tempo, vai uma de cada vez, assim sempre se vai colocando algumas coisa aqui no blog de vez em quando, o que para as duas pessoas que são os leitores assíduos do Por Tudo Ou Por Nada (PTOPN) lhe vais arreliar, porque têm estado descansados sem ler baboseiras (como os nativos do nosso país irmão gostam de dizer. O que eu gosto da expressão “país irmão”…)
Em primeiro lugar gostava de falar sobre uma peça de teatro que fui ver com o meu amigo PatriQ e as respectivas senhoras ainda antes da viagem a Londres que já tive o prazer de relatar. A peça dá pelo nome “Os melhores sketches dos Monty Python” e está em actuação no estrangeiro já não sei desde quando. Foi traduzida para português pelo Nuno Markl, e na minha opinião a tradução está bastante bem conseguida, com excepção de uma ou outra situação, que eu também não saberia resolver.
Quem faz de Monty Python são os seguintes ilustres: António Feio, Bruno Nogueira, José Pedro Gomes, Jorge Mourato e Miguel Guilherme, apesar de estarem todos num grande nível, o Jorge Mourato e o José Pedro Gomes destacam-se bastante pela positiva.
Os melhores sketches dos Monty Python estão em exibição no Auditório dos Oceanos no Casino Lisboa de terça a sábado, às 22h e domingos às 17h.
Na minha opinião, a estrutura está bem montada, havendo alguns altos e baixos no nível das gargalhadas. Começa em grande, depois decresce um bocado até sensivelmente a meio, sendo que depois começa a recuperação duma maneira incrível, acabando em grande, sempre a subir o nível das gargalhadas.
Apesar de ser um bocado estranho ter actores portugueses a fazerem-se passar pelos grandes Monty Python, a coisa correu talvez melhor do que eu estava à espera. Com algumas adaptações a Portugal, as piadas estão lá, são boas, e na minha opinião vale muito a pena ir lá ver.
Mas claro que não pode correr tudo bem quando eu estou presente. O que se passa é que quando chegámos aos nossos lugares, depois de ter comido qualquer coisa no bar do Casino, estes estavam ocupados… Tinha que ser. Eu tinha reservado os bilhetes na ticketline, e fui buscá-los à Worten do Cascaisshopping. As pessoas que estavam sentadas nos nossos lugares tinham comprado no Casino. BRONCA! Lá chamámos a senhora que anda a distribuir as pessoas pelos lugares que quando começou a verificar os bilhetes ficou um bocado… assustada. O que vale é que na fila atrás da nossa estavam 4 lugares vagos. Coincidência ou não, foi o que nos valeu, lá nos conseguimos sentar e assistir a tudo do princípio ao fim. Quase nos mesmos lugares que tinha comprado. O que não é mau de todo.
Tenho desta maneira de actualizar algumas coisas que vi durante este tempo. Mas como não tenho muito tempo, vai uma de cada vez, assim sempre se vai colocando algumas coisa aqui no blog de vez em quando, o que para as duas pessoas que são os leitores assíduos do Por Tudo Ou Por Nada (PTOPN) lhe vais arreliar, porque têm estado descansados sem ler baboseiras (como os nativos do nosso país irmão gostam de dizer. O que eu gosto da expressão “país irmão”…)
Em primeiro lugar gostava de falar sobre uma peça de teatro que fui ver com o meu amigo PatriQ e as respectivas senhoras ainda antes da viagem a Londres que já tive o prazer de relatar. A peça dá pelo nome “Os melhores sketches dos Monty Python” e está em actuação no estrangeiro já não sei desde quando. Foi traduzida para português pelo Nuno Markl, e na minha opinião a tradução está bastante bem conseguida, com excepção de uma ou outra situação, que eu também não saberia resolver.
Quem faz de Monty Python são os seguintes ilustres: António Feio, Bruno Nogueira, José Pedro Gomes, Jorge Mourato e Miguel Guilherme, apesar de estarem todos num grande nível, o Jorge Mourato e o José Pedro Gomes destacam-se bastante pela positiva.
Os melhores sketches dos Monty Python estão em exibição no Auditório dos Oceanos no Casino Lisboa de terça a sábado, às 22h e domingos às 17h.
Na minha opinião, a estrutura está bem montada, havendo alguns altos e baixos no nível das gargalhadas. Começa em grande, depois decresce um bocado até sensivelmente a meio, sendo que depois começa a recuperação duma maneira incrível, acabando em grande, sempre a subir o nível das gargalhadas.
Apesar de ser um bocado estranho ter actores portugueses a fazerem-se passar pelos grandes Monty Python, a coisa correu talvez melhor do que eu estava à espera. Com algumas adaptações a Portugal, as piadas estão lá, são boas, e na minha opinião vale muito a pena ir lá ver.
Mas claro que não pode correr tudo bem quando eu estou presente. O que se passa é que quando chegámos aos nossos lugares, depois de ter comido qualquer coisa no bar do Casino, estes estavam ocupados… Tinha que ser. Eu tinha reservado os bilhetes na ticketline, e fui buscá-los à Worten do Cascaisshopping. As pessoas que estavam sentadas nos nossos lugares tinham comprado no Casino. BRONCA! Lá chamámos a senhora que anda a distribuir as pessoas pelos lugares que quando começou a verificar os bilhetes ficou um bocado… assustada. O que vale é que na fila atrás da nossa estavam 4 lugares vagos. Coincidência ou não, foi o que nos valeu, lá nos conseguimos sentar e assistir a tudo do princípio ao fim. Quase nos mesmos lugares que tinha comprado. O que não é mau de todo.
sábado, 13 de outubro de 2007
Ó tempo volta p´ra trás II
E este?
Genial!!!
...também achei que era uma merda!
Genial!!!
...também achei que era uma merda!
Ó tempo volta p'ra trás
Eu sei que o sketch não é o melhor, mas este personagem é sem dúvida dos melhores personagens que o Herman José alguma vez fez. Eu tentei descobrir outro na net, nomeadamente aquele onde ele dizia "Bónitzzz", mas não econtrei, por isso aqui fica este só para relembrar...
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
2 Mitos Mortos
Eu confesso que nunca fui grande fã da Amália. Acho-a triste (também verdade seja dita que o Panteão não deve ser grande animação...), e a maioria das músicas que eu conheço que ela canta, são fado no verdadeiro sentido do termo, não são daqueles fados corridos, sempre cheios de piadolas.
Por outro lado sempre gostei do Carlos Paião, acho que o tipo ter morrido tão novo foi uma perda para a cena musical portuguesa. Ele tinha mesmo jeito para escrever músicas! Prova disso são as que escreveu com o Herman José (quando este estava nos seus tempos áureos), como a canção do beijinho por exemplo.
Por tudo isto, achei uma loucura esta música escrita pelo Carlos Paião e cantada pela Amália, a letra está realmente demais! É verdade que a gravação está longe de ser a melhor, mas dá para perceber a ideia...
E agora a letra, para acompanhar:
Vou contar-vos um história
que não me sai da memória,
foi pra mim uma vitória
nesta era espacial.
Noutro dia estremeci
quando abri a porta e vi
um grandessíssimo ovni
pousado no meu quintal.
Fui logo bater à porta,
veio uma figura torta,
eu disse: se não se importa
poderia ir-se embora,
tenho esta roupa a secar
e ainda se vai sujar
se essa coisa aí ficar
a deitar fumo pra fora.
E o senhor extraterrestre
viu-se um pouco atrapalhado,
quis falar mas disse pi,
estava mal sintonizado.
Mexeu lá o botãozinho
e pôde contar-me então
que tinha sido multado
por o terem apanhado
sem carta de condução.
O senhor desculpe lá,
não quero passar por má,
pois você onde está
não me adianta nem me atrasa.
O pior é que a vizinha
que parece que adivinha
quando vir que estou sozinha
com um estranho em minha casa.
Mas já que está aí de pé
venha tomar um café,
faz-me pena, pois você
nem tem cara de ser mau
e eu queria saber também
se na terra donde vem
não conhece lá ninguém
que me arranje bacalhau.
E o senhor extraterrestre
viu-se um pouco atrapalhado,
quis falar mas disse pi,
estava mal sintonizado.
Mexeu lá no botãozinho,
disse para me pôr a pau,
pois na terra donde vinha
nem há cheiro de sardinha
quanto mais de bacalhau.
Conte agora novidades:
É casado? Tem saudades?
Já tem filhos? De que idades?
Só um? A quem é que sai?
Tem retratos com certeza,
mostre lá? Ai que riqueza,
não é mesmo uma beleza,
tão verdinho? sai ao pai.
Já está de chaves na mão?
Vai voltar pro avião?
Espere, que já ali estão
umas sandes pra viagem
e vista também aquela
camisinha de flanela
pra quando abrir a janela
não se constipar com a aragem.
E o senhor extraterrestre
viu-se um pouco atrapalhado,
quis falar mas disse pi,
estava mal sintonizado.
Mexeu lá no botãozinho
e pôde-me então dizer
que quer que eu vá visitá-lo,
que acha graça quando eu falo
ou ao menos pra escrever.
E o senhor extraterrestre
viu-se um pouco atrapalhado,
quis falar mas disse pi,
estava mal sintonizado.
Mexeu lá no botãozinho
só pra dizer: Deus lhe pague.
Eu dei-lhe um copo de vinho
e lá foi no seu caminho
que era um pouco em ziguezague.
Por outro lado sempre gostei do Carlos Paião, acho que o tipo ter morrido tão novo foi uma perda para a cena musical portuguesa. Ele tinha mesmo jeito para escrever músicas! Prova disso são as que escreveu com o Herman José (quando este estava nos seus tempos áureos), como a canção do beijinho por exemplo.
Por tudo isto, achei uma loucura esta música escrita pelo Carlos Paião e cantada pela Amália, a letra está realmente demais! É verdade que a gravação está longe de ser a melhor, mas dá para perceber a ideia...
E agora a letra, para acompanhar:
Vou contar-vos um história
que não me sai da memória,
foi pra mim uma vitória
nesta era espacial.
Noutro dia estremeci
quando abri a porta e vi
um grandessíssimo ovni
pousado no meu quintal.
Fui logo bater à porta,
veio uma figura torta,
eu disse: se não se importa
poderia ir-se embora,
tenho esta roupa a secar
e ainda se vai sujar
se essa coisa aí ficar
a deitar fumo pra fora.
E o senhor extraterrestre
viu-se um pouco atrapalhado,
quis falar mas disse pi,
estava mal sintonizado.
Mexeu lá o botãozinho
e pôde contar-me então
que tinha sido multado
por o terem apanhado
sem carta de condução.
O senhor desculpe lá,
não quero passar por má,
pois você onde está
não me adianta nem me atrasa.
O pior é que a vizinha
que parece que adivinha
quando vir que estou sozinha
com um estranho em minha casa.
Mas já que está aí de pé
venha tomar um café,
faz-me pena, pois você
nem tem cara de ser mau
e eu queria saber também
se na terra donde vem
não conhece lá ninguém
que me arranje bacalhau.
E o senhor extraterrestre
viu-se um pouco atrapalhado,
quis falar mas disse pi,
estava mal sintonizado.
Mexeu lá no botãozinho,
disse para me pôr a pau,
pois na terra donde vinha
nem há cheiro de sardinha
quanto mais de bacalhau.
Conte agora novidades:
É casado? Tem saudades?
Já tem filhos? De que idades?
Só um? A quem é que sai?
Tem retratos com certeza,
mostre lá? Ai que riqueza,
não é mesmo uma beleza,
tão verdinho? sai ao pai.
Já está de chaves na mão?
Vai voltar pro avião?
Espere, que já ali estão
umas sandes pra viagem
e vista também aquela
camisinha de flanela
pra quando abrir a janela
não se constipar com a aragem.
E o senhor extraterrestre
viu-se um pouco atrapalhado,
quis falar mas disse pi,
estava mal sintonizado.
Mexeu lá no botãozinho
e pôde-me então dizer
que quer que eu vá visitá-lo,
que acha graça quando eu falo
ou ao menos pra escrever.
E o senhor extraterrestre
viu-se um pouco atrapalhado,
quis falar mas disse pi,
estava mal sintonizado.
Mexeu lá no botãozinho
só pra dizer: Deus lhe pague.
Eu dei-lhe um copo de vinho
e lá foi no seu caminho
que era um pouco em ziguezague.
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Disparates,
Música
segunda-feira, 23 de julho de 2007
SIC Notícias - Quando a postura é abalada!
... não é abaulada, é abalada!
quarta-feira, 18 de julho de 2007
terça-feira, 17 de julho de 2007
Sobre o Dr. House do bom tempo
Eu confesso que gosto do House, e que não percebo porque é que em Portugal se tem a mania dos títulos e o original "House" passaou a "Dr. House" em portugues. Mas o Dr. é sempre dito com sotaque... Para estas caganças eu já não tenho muita paciencia.
O que pouca gente sabe é que o Hugh Laurie, já teve um progama cómico na BBC. E pelo que já vi, era muito bom!!!
Se não vejam:
O que pouca gente sabe é que o Hugh Laurie, já teve um progama cómico na BBC. E pelo que já vi, era muito bom!!!
Se não vejam:
sexta-feira, 13 de julho de 2007
quarta-feira, 11 de julho de 2007
Sobre o "Bee Movie"
Bee Movie é um filme animado da empresa do Steven Spilgerg (Dreamworks) escrito e produzido pelo mítico Jerry Seinfeld. É assim um filme a não perder, mas só estreia lá para o Natal. A trailer, está espetacular. Existem mais, que podem googlar...
sexta-feira, 6 de julho de 2007
quarta-feira, 4 de julho de 2007
sexta-feira, 29 de junho de 2007
Inacreditável, muito bom! Sarah Silverman abertura dos MTV awards
A cara da Paris Hilton - Priceless
A cara do Jack Nicholson - Priceless
Os "piiiis" nas velhas - Priceless
quinta-feira, 28 de junho de 2007
Palavras para que...
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