sexta-feira, 30 de novembro de 2007
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Litros de Leite
Eu sei que aqui o estaminé tem andado muito parado, mas não tem sido fácil gerir a quantidade de trabalho que me está a chegar às mãos e ao mesmo tempo conseguir dizer disparates suficientes para manter qualquer tipo pouco senil, ainda pior.
Hoje de manhã, durante o meu rápido pequeno-almoço pensei numa coisa. Eu sei que não é muito normal eu conseguir pensar, muito menos pelas 7.30 da manhã, mas o que é facto é que consegui ginasticar a mioleira e ter uma ideia de génio que até agora, pelo menos em Portugal, ainda não houve um iluminado que a tivesse.
O que eu comecei a reparar é que a partir de certa altura, o meu rápido pequeno-almoço deixou de ser assim tão rápido. Curiosamente, isto ocorreu ao mesmo tempo que o meu filho mais novo deixou de beber leite “entalado” e passou a beber leite de pacote. E meus amigos, se uma criança quando acorda bebe muito leite, duas crianças ainda bebem mais… é mais ou menos como a história dos elefantes. Conclusão, o que é que estava a tornar o pequeno-almoço demorar mais tempo? Simples, é que com a quantidade de leite que se passou a beber lá em casa, eu todos os dias tinha que acabar com o restinho (3 ou 4 gotas ridículas que ficavam dentro do pacote) como também ir à procura da tesoura, ir buscar o novo pacote de leite, (se ainda estivesse dentro da palete tenho de tirar o plástico que envolve a palete), para só depois abrir o pacote, entornar um bocado de leite que se saltou quando se abriu, limpar o que se sujou, para finalmente conseguir beber o tão ansioso leite!
O que nos trás à minha ideia. Mas porque raio é que os pacotes de leite só têm um litro? Porque é que não podem ter capacidade de 2 Litros, ou mesmo mais? Se assim fosse, teria de gastar menos tempo a fazer aberturas e limpezas de bancada. Ao menos reduzia para metade o tempo gasto com isto. E não precisava de ser em pacotes tetrapack, podia ser em pacotes de plástico, é me indiferente. Eu queria era perder menos tempo todas as manhãs. Bom foi mais um dos meus devaneios marados. Mas apeteceu-me!
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
A crise do subprime explicada a toda a gente...
Um abraço especial ao meu amigo artista por esta dica!
sábado, 17 de novembro de 2007
Sai um momento musical
Achmed the Dead Terrorist
Eu não costumo gostar de ventrílucos, pelo menos, dos portugueses. Mas este (que não é português) é genial! Muito bom, desde o boneco, até às piadas!!! Só a cara do boneco é de partir o côco, as expressões que ele faz! Lindo! A ver!
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Uma frase que ouvi hoje e me ficou a martelar a cabeça:
"Quem trabalha, não tem tempo para ganhar dinheiro!"
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Mais uma das minhas...
Nos últimos tempos tenho encontrado um amigo meu que conheço por ser amigo de amigo, e com quem até gosto de falar, porque o tipo realmente é interessante de ouvir. Nas últimas conversas tem surgido várias vezes o nome do irmão dela à conversa. Por histórias inacreditáveis que lhe acontecem, ou porque o tipo casou, ou seja porque for. Eu dizia sempre que sim e até desenvolvia a conversa, porque conhecia o mano do mano dos tempos do liceu e falava do tipo da mesma maneira que falava de outro qualquer conhecido meu.
No outro dia, ia eu na rua quando eis se não quando encontro o referido mano do mano. Conversa para cá, conversa para lá, e vai daí deu-se o seguinte diálogo:
(EU) - Olha quem é ele! Já não te via vai para mais de 7 ou 8 anos.
(MdM) - É verdade! Que é feito? Trabalhas por aqui?
(EU) – Sim trabalho ali em cima e tu?
…
…(a conversa desenrola-se de maneira normal até que…)
…
(EU) – Olha lá, sabes com quem é que eu tenho estado muito?
(MdM) – Não faço ideia, com quem?
(EU) – Com o teu irmão!
(MdM) – Silencio (…) Mas eu não tenho irmãos!
(EU) - Silencio (…) Ah… ia jurar que tinhas, o tipo é igual a ti… e tens o mesmo nome do irmão.
(MdM) – Bom, vai um abc
(EU) – Gostei de te ver...
Eu acho que o tipo agora pensa que eu sou maluco! Ele que se junte ao clube, que já deve ter um número bastante razoável de pessoas!
No Rio ou no Mar?
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
E agora uma Private Joke (PJ)...
O sketch não tem graça por aí além, o que tem graça é o sítio onde foi filmado.
Para quem não percebeu, as minhas desculpas.
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
HOT FUZZ
Na semana passada, numa das minhas habituais incursões ao universo Markliano, deparei-me com uma espécie de concurso, no qual se estavam a distribuir bilhetes de cinema aos primeiros que enviassem um mail para a Lusomundo a dizer que queríamos estar presentes na ante-estreia do filme “Hot Fuzz”. Trata-se duma comédia Inglesa, do melhor que tenho visto. A estupidez é tanta, e tão boa, que dá para mandar umas boas gargalhadas. Tem também uns valentes sustos de saltar da cadeira ao estilo dos melhores filmes de terror.
O filme conta a história dum polícia que era bom demais para estar em Londres, de maneira que os colegas decidem promovê-lo e envia-lo para uma terrinha no meio do nada, onde não acontecem crimes vai para cima de não sei quantos anos. Todas as pessoas que morrem e tudo o que acontece de mal naquela terra, é obra do acaso, do azar, etc. Até a polícia local concorda com esta abordagem, não chegando a investigar eventuais azares que tenha um ar suspeito. Até que chega o herói do filme, e que vai dar a volta à aldeia, onde afinal nem tudo o que parece é, nem todos os habitantes têm o “clean record” que aparentam.
O filme tem gags geniais, porque pega (e diga-se de passagem muito bem) em todos os tiques que os grandes filmes e séries americanas da moda. Tem cenas muito bem feitas de acção, que não fica a dever nada a um 007, tem cenas de investigação que não ficam atrás de um CSI, etc. Muito, muito bom.
Esta sessão foi uma ante estreia do filme, que não vinha para os cinemas português, até o Nuno Markl ter visto o filme e começado uma campanha para que a Lusomundo trouxesse o filme para as salas de cinemas portuguesas. E conseguiu, e diga-se de passagem, bem. Acho que vale a pena ver o filme. Se calhar não numa sala de cinema, talvez se veja bem em casa, mas é um filme diferente do que tenho visto, e apesar de estar só com três horas de sono em cima e com 14 horas de trabalho, ainda me consegui rir às 22h, e não adormecer.
Aqui fica a apresentação do filme:
domingo, 28 de outubro de 2007
Sipdermerda
De maneiras que fui hoje alugar o Spiderman 3, a pensar que iria ter um serão com um filme do catano.
Nada poderia estar mais errado. O filme mais caro de sempre, foi para mim dos piores filmes que já vi! Inacreditável, entre ter adormecido, ter chorado para que acabasse, e ter começado a fazer outras coisas durante o filme, tudo se passou.
O filme é chato, demasiado chato. É parado. Nem os espetaculares efeitos especiais salvam a honra do convento. E os efeitos são muito, muito bons, como já vem sendo hábito nas saga do homem-aranha.
O filme basicamente é uma mistura entre os filmes anteriores, com o The Mask, com o Bruce Allmigthty, e com um qualquer filme de romance manhoso.
A história é sempre a mesma, apenas mudam alguns personagens. Com a morte do avô e do pai do melhor amiogo como pano de fundo, ou seja, mais do mesmo.
Realmente o meu espírito não era dos melhores, estava cansado e com sono, mas eu gosto muito deste tipo de filmes e sería de esperar que este me chamasse a atenção e acordasse. Mas não, anda me deprimiu mais. Que bela estucha de filme.
Acho que devem haver cenas que valham a pena ver numa televisão HD 1080, com um leitor de Blue-Ray, mas o filme todo, pisga-te ó Neslon...
Basicamente quem não viu, não perde nada, muito antes pelo contrário, quem viu é que perdeu umas intermináveis 2 horas...
E eu que sou fã de filmes da MARVEL...
Pelo menos a música é boa:
sábado, 27 de outubro de 2007
Tenho sono
Diga-se que só não mandei aqueles tipos todos apanhar ervilhas, porque a coisa podia correr mal... Eis se não quando se percebe que a sessão de encerramento era o visionamento de um filme que demonstra bem (na opinião da formadora) todos os valores e... cenas que tivemos a aprender durante o último ano.
O filme era o "Remember the Titans", em Português, "Duelo de Titans" com o Denzel Washington, e da empresa do Jerry Bruckheimer (CSI's, Dejavu...). Eu já tinha visto o filme, mas um filme destes é de rever, não é que eu goste muito de rever filmes, mas quando tem de ser e o filme é bom até gosto. E este é bom! É baseado em factos verídicos, o que aumenta ainda mais o interesse. Tem algumas americanices, é verdade, como a cena da moral, mas está feito duma maneira que faz pensar. Gostei.
O filme conta a história dum treinador de futebol americano preto (ou afroamericano como eles gostam de dizer), que vai treinar uma equipa duma vila de Virginia, em 1971 quando tudo os brancos e os pretos estavam separados em tudo. Nesta altura começam a tentar fazer uma mistura. Como é obvio a coisa não corre bem de início, mas o heroi dá a volta à coisa.
Para quem não viu, recomendo, porque é um excelente filme. E agora vou-me deitar que já é tarde e eu ainda não recuperei da noitada!
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
The Nine
Vi ontem por acaso, o primeiro episódio do The Nine, e meus amigos, fiquei muito bem surpreendido. Já tinha ouvido falar que existia, mas não sabia em que é que consistia.
The Nine, começa com um assalto a um banco, e dá a conhecer os 9 personagens que ficaram reféns dentro do banco durante 52 horas, e que irão fazer as histórias do resto da série, envolvendo também os maus da fita, e os que morreram durante o assalto.
A série está bem enjocada devido à variedade dos personagens que estão envolvidos. A diferença de raças, idades e credos que depois serão esmiuçados ao longo da série.
Infelizmente a série foi cancelada logo na primeira season, o que a ver pelo primeiro episódio, não me parece ter sido grande ideia. O problema é que ao contrário das grandes séries do momento, tipo 24, Lost, ou CSI’s, o mau da fita é identificado logo na primeira cena do primeiro episódio, sendo que tudo o resto se desenrola em torno das vidas que foram alteradas devido àquele momento.
Alguns dos actores até já conhecemos por exemplo do Party of Five e do 24, e não me pareceram mal, muito antes pelo contrário, conseguiram mostrar bem o que se vai esperar de cada um dos personagens, nomeadamente uma que me parece vir a sofrer do sindroma de Estocolmo, a mais nova do grupo.
Gostei, e para a semana vou tentar ver o segundo episódio. Por volta das 22h na RTP 2.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Sobre fotografia
Esta ideia surgiu num chat com o meu amigo artista que é um granda maluco, mas faz umas pinturas que eu vou-ta contar… A ideia dele era fazer a fotonoveloblog “As magníficas viagens de um clip de escritório) em inglês “The magnificent journeys of an office staple”, mas não sei porque acho que vou alinhar nesta ideia.
Eu sempre invejei as pessoas que sabem desenhar, eu não consigo fazer um traço direito, eu não consigo sequer assinar a minha própria assinatura duas vezes iguais, nem sequer a rubrica, sai-me sempre diferente. Eu estou sempre à espera que um qualquer lojista a quem eu passe um cheque mo rejeite ao mesmo tempo que diz:
- Meu amigo, a sua assinatura não é a mesma que a que consta aqui no seu BI, por isso não lhe posso vender este pacote de pastilhas elásticas super-gorila.
Deve ter sido também por esta falta de jeito para ilustrar o que quer que seja com uma caneta/ lápis/ lapiseira/ pincel ou qualquer outro utensílio, que eu casei com uma arquitecta com um talento para essa nobre arte, acima do normal. A sério, eu fico flabbergasted, de cada vez que a vejo desenhar, fico orgulhoso por ela. Acho espantosa a facilidade que ela tem para mostrar o que quer dizer, por imagens tendo por baixo, apenas um papel em branco.
Sendo assim, sem jeito para fazer desenhos, e sem pastilhas para mascar, dediquei-me à fotografia, até cheguei a tirar um curso. Acho sinceramente que não sou lá grande fotógrafo, mas fico contente quando tenho azar e me sai uma fotografia com cólidade! Fico mesmo contente, e tenho partilhado algumas fotos aqui no blog. Acho que é a minha maneira de pintar/ desenhar. Por isso também sou contra as alterações de imagem em computador. Assim como um arquitecto, ou um pintor não usa borracha para emendar os erros/ defeitos, também acho que um fotografo, deve ser o suficientemente bom para não ter de trabalhar as imagens que tira. Ainda por cima hoje em dia, que se pode tirar milhares de fotos e vê-las no próprio segundo sem ter de pagar mais nada por isso (para além claro da máquina, cartão e por vezes flash, que são mais um investimento do que um custo…). Um fotógrafo tem agora essa incrível vantagem (inexistente há uns anos atrás) de conseguir aproveitar e voltar a fotografar um dado momento porque a foto não ficou boa, e conseguiu ver isso no local, imaginem chegar à câmara escura e ver que as fotos estavam uma bela… caca! Não devia ser muito motivador.
Esta história faz-me lembrar a minha querida avó, que uma vez foi viajar a Roma e arranjou uma máquina para poder tirar fotografias àquilo que achasse interessante. A máquina era daquelas à antiga, compridas, com um rolo que tinha duas bolas de cada lado e um travessão no meio, onde para passar a fita de um lado para o outro, a máquina tinha um botão por baixo que fazia qrrrr tau. (bonita onomatopeia esta). A minha avó tirou, tirou, tirou (já não me lembro bem se chegou a tirar mais do que um rolo) e quando chegou a Lisboa e foi revelar as fotos, tinha dezenas de fotografias… do olho! Não é que teve a viagem toda a tirar fotografias com a máquina ao contrário? Foi engraçado, mas fiquei com pena da minha querida avó.
Aqui ficam algumas fotos que tirei este fim de semana, que acho que estão engraçadas (tenho que confessar que a da bola foi a Srª Arqª que tirou). E espero voltar depressa com o fotonoveloblog.


